AVISO

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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Doce obsessão



A ideia de querer e não ter assombrava sua alma. Como uma criança mimada, passava dias e noites imaginando que artimanhas poderia fazer para conquistar aquele coração. Nem gostava tanto assim. Sabia que não era amor de verdade. Um flerte talvez. Um desejo quem sabe. Uma doce obsessão. De tão obcecada não percebia que outras coisas aconteciam na sua vida. Aquela conquista era um capricho. Um mimo para sua auto estima e nada tinha a ver com sentimentos. Talvez só com o sentimento de posse.

Possuir ele. Poder pensar que tinha conseguido. Sentir o sabor da conquista. O cheiro da vitória e depois relaxar. Sim. Aquele tinha virado seu único objetivo na vida e não havia um minuto se quer que ela não pensasse nisso. A crueldade de seus devaneios era tamanha. Pensava na conquista e no golpe final depois dela: o grande pé na bunda que daria nele.

Não era uma mulher fria e calculista. Era impulsiva. Agia pelo prazer. Ele era calculista e por causa disso pensava em como magoá-lo tanto como em como conquista-lo. Queria devolver o veneno que ele mesmo tinha colocado em sua corrente sanguínea. O amor não correspondido. Os olhares não retribuídos. Os beijos imaginados e não trocados. O desejo não saciado.

Não pensava em mais nada. Não queria mais nada. Só aquele coração. E ia vivendo assim. Imaginando, desejando, querendo e procurando formas de conseguir.Poder dizer que era seu. Sabia que não iria se vingar. Apenas sentir, amar e ser feliz. Até o dia em que encontrasse uma nova obsessão.


segunda-feira, 24 de setembro de 2012

O melhor presente do mundo

Mais um dia dos namorados sozinha. “É só uma data comercial”, pensou ela enquanto caminhava para casa e reparava as pessoas andando na rua. Algumas com presentes nas mãos. Flores, caixas de bombons, embrulhos, cartões. Pessoas que falavam ao telefone com emoção, com voz de criança e cheias de risinhos bobos. Outros andavam cabisbaixos, chateados, como se estivessem numa depressão profunda.
Não tinha nenhum programa especial para aquele dia. Afinal, não tinha namorado. Também não queria ficar em casa pensando nos por quês de todos os anos estar sozinha nessa data. Parecia sina. Era só ir chegando o mês de junho que ou ela terminava um romance, ou eles lhe davam um pé na bunda.
Ligou pra uma amiga solteira. Em depressão. Tentou a segunda: chorava. Desistiu da terceira e resolveu ir sozinha ao cinema. Ela não era a única pessoa só naquele dia e com certeza outros solteiros também pensariam em ir ao cinema.
Chegou em casa. Tomou banho, jantou e pegou o encarte do jornal. Olhou os filmes anunciados. Nem pensar em assistir comédias românticas. Escolheu um filme de suspense. Se arrumou e foi.
No shopping todos se amavam. Eram casais pra todos os lados. Olhando vitrines, escolhendo presentes, jantando nas praças de alimentação. “Só porque é dia dos namorados toda essa gente se ama. Amanhã voltam a se matar, a terem discussões, a serem pessoas normais”, não conseguia parar de pensar como era incrível o que uma data causava nas pessoas.
Na fila do cinema nada de diferente. Uma enorme pra assistir as comédias românticas. Só casais. Todos melosos e cheios de amor pra dar. Outra fila menor. Só solteiros pra olhar o filme que ela mesma tinha escolhido. Reparou que o número de homens na fila era maior que o de mulheres. “Sim... Eles nunca ligam pra essas coisas mesmo. Pra eles tanto faz passar o dia dos namorados sozinhos. Mulheres é que são sensíveis demais e sofrem com isso. Como eu queria ter menos hormônios femininos”.
Comprou pipoca, refrigerante e umas balinhas. Escolheu um bom lugar, na parte superior da sala, e se sentou esperando a sessão inciar. Reparou nas pessoas que entravam na sala. Poucos casais. Muitos solteiros. Poucas mulheres, muitos homens. Alguns em bando. Foi um desses bandos que sentou em sua fileira.
O filme era melhor do que ela realmente esperava. Esqueceu do dia dos namorados e se concentrou no filme. Ali parecia que o mundo voltava ao normal. Que não existia na rua milhares de casais fazendo juras de amor eterno. De repente algo começou a chamar sua atenção. O menino ao seu lado não parava de olha-la. E quando ela virava o rosto, ele, rapidamente, virava pro outro lado.
Na saída do cinema ele chegou pertinho dela. Tentou puxar papo: “Gostou do filme?”. Ela ignorou a conversa e continuou andando. Pensou um pouco no que estava fazendo. O que teria a perder? Nunca tinha passado o dia dos namorados com alguém e talvez essa fosse sua chance. Desacelerou o passo. Esperou que ele se aproximasse novamente e respondeu : “adorei e você?”.
Começaram a conversar. Bater papo. Resolveram tomar uma cerveja juntos. Riram das teorias sobre o dia. Falaram da vida, profissões, relacionamentos, coisas sem nexo e sentimentos. Ele convidou pra esticarem numa danceteria. Ela topou.
Depois do cinema, do bar e da festa voltou pra casa apaixonada. Não tinha um namorado, ainda, mas sentia que um novo amor começava a surgir em sua vida. Foi seu primeiro dia dos namorados acompanhada. Foi a primeira vez que sentiu que valia a pena estar com alguém naquele dia. E ganhou o melhor presente de todos do mundo: o amor.

 
Leiam meus contos:Docecomomel Contista erótica
Fonte texto:http://causoseprosas.blogspot.com.br/2010/01/o-melhor-presente-do-mundo.html

domingo, 23 de setembro de 2012

Mentiras

O executivo saiu do escritório às 18h00, quando viu sua secretária no ponto de ônibus.

Estava caindo a maior chuva. Ele parou e perguntou
- Você quer uma carona
- Claro...
Respondeu ela, entrando no carro.
 Chegando no edifício onde ela morava, ele parou o carro para que ela saísse e ela o convidou para entrar.
 - Não quer tomar um cafézinho, um whisky, ou alguma coisa?
 - Não, obrigado, tenho que ir para casa...
 - Imagine, o Sr. foi tão gentil comigo, suba um pouquinho.
 Ele subiu, atendendo ao pedido da moça.
 Ao chegarem lá, enquanto ele tomava seu drink, ela foi para o quarto enxugar-se e voltou, toda maravilhosa e perfumada.
Deixou antever um belíssimo par de coxas debaixo do babydoll, escondendo uma escultural silhueta, das mais desejadas.
 A micro-lingerie que usava, inspirava que a noite poderia ser inimaginável!
 Depois de alguns drinks, quem pode aguentar?
 Ele caiu literalmente... usou a secretaria de todas as formas.
 Estava bom demais...
 Após intensa atividade sexual, acabaram adormecendo.
 Por volta das 06h00 da manhã, ele acordou e olhou no relógio.
O maior susto!!!...
 Pegou o telefone, discou o número de sua casa e aos berros, disse a quem atendeu:

- NÃO PAGUEM O RESGATE!!!... EU CONSEGUI FUGIR!!!...

SUPERMAN


Sete horas da manhã, o marido entra em casa.
A mulher espera de pé, perto da porta.
- Chegando a esta hora, Superman ?
- Desculpe, eu estava com clientes.
- E vocês discutiram a noite toda até às sete da manhã, Superman ?
- Tá certo. Nós fomos a um bar, até às três horas, para bebericar.
- Até às três, Superman ? E o que aconteceu que você só chegou agora, às sete, Superman ?
- Eu... Bem..., é que depois nós fomos a um bar de strip-tease; mas eu só fiquei olhando! Eu não percebi o tempo passar.
- Tá bem, Superman . Você só olhou. No que mais você quer que eu acredite, Superman ?
- Nada, eu... Espera aí... Por que é que você está me chamando o tempo todo de Superman ?

- Porque só o Superman usa a cueca por cima da calça, seu safado!!


Recebido via email achei hilário

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

A Amante & Esposa



Foi provado cientificamente, após acompanhamento de vários casos, que todo homem precisa de duas mulheres:

A esposa cuida da Casa, certifica se está tudo em ordem, cuida dos filhos.
A amante cuida de Você, e te chama de gostoso.

A esposa fala dos problemas, das contas a pagar, das dificuldades do dia, reclama que você demorou a chegar em casa.
A amante fala da saudade que sentiu de você durante a sua ausência e te oferece uma cerveja.


A esposa diz que falta alimento, que o leite do nenê acabou e usa touca pra não tirar a chapinha do cabelo.
A amante te recebe vestida com babydoll, o cabelo está chapado e escovado, ainda fala que é tudo pra você.

A esposa dorme com aquela camiseta velha bem comprida, a mesma touca no cabelo e às vezes ronca.
A amante dorme completamente nua, abraçadinha a você e as vezes empina aquela bundinha maravilhosa pro seu lado.

A esposa reclama que tudo tem defeito, geladeira, fogão, diz que vai chamar o vizinho pra trocar a lâmpada etc.
A amante te recebe onde não se precisa de nada disso, no bar, na pracinha, na praia, e as vezes no apartamento dela onde tudo funciona perfeitamente.

A esposa telefona pro seu trabalho e manda você passar antes no açougue, no supermercado, padaria, é pq tá faltando tudo em casa.
A amante telefona só pra dizer que você é gostoso e que a noite anterior foi maravilhosa, que vai te preparar um jantarzinho e ela vai ser a sobremesa.

A esposa reclama do bafo de cachaça, que é uma escrava, que tá se tornando uma Amélia.
A amante te trata com carinho e te mostra aquela marquinha do bronze fio dental da ultima vez que vocês foram a praia.

A esposa quando faz sexo é o famoso papai e mamãe, de camisola, máscara de pepino na cara e touca no cabelo.
A amante faz sexo toda hora e do jeito que você quiser, e quando você achar que acabaram as posições ela inventa coisa nova, só pra te deixar feliz e ainda te chama de gostoso.

Bem, você vai perguntar :
- Por que não trocar A esposa pela amante?
Pelo simples fato de que A amante, se for viver com você, passará para o papel de esposa e logo, logo, você precisará arrumar outra.

E, por último, mas NÃO MENOS IMPORTANTE: A amante nunca vai convidar a Sogra para um almoço no Domingão!!!


http://domzaki.blogspot.com/2011/02/amante-e-esposa.html
 

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Puxa-Sacos II










1-DE ONDE VEIO A PALAVRA PUXA-SACO
 Segundo o autor do livro “A Casa da Mãe Joana” brotou da gíria militar; puxa- sacos seriam os ordenanças que, de modo submisso,carregavam os sacos de roupas dos oficiais em viagem.
 Daí, passar para bajulador foi um pulo.
 Bajulador vem do latim bajulare que significa carregar nos braços ou nas costas.
2-Pois é,basta você subir um pouquinho no contexto social,tirar na loteria, escrever um livro de sucesso,aparecer na mídia,estrear um filme ou galgar um alto cargo político ou governamental,eles aparecem com a rapidez das ervas daninhas.
 Com a mesma desenvoltura que lhe cobre de elogios falsos durante sua ascensão ,cobre-lhe de desprezo ou lhe ignoram solenemente,se e quando um dia você cair.
 Conheço e convivo com tantos tipos como esses,masculinos e femininos porque mau caratismo não tem sexo,que, cheia de observá-los e até – pasmem- ser incensada por eles, resolvi escrever esse texto denúncia, bem humorado ,porém,verdadeiro para que os meus amigos e leitores possam identificar esses indivíduos.
 3-Quem são?
 *Pessoas que dependem de um favor seu.
 *Serviçais subservientes ,sejam motoristas ou assessores.
 *Pessoas esperançosas de que você os ajude a subir ou a ficar conhecidos.
 *Alguns parentes ou agregados..
 *Vendedores, de olho no seu rico dinheirinho
 *Estagiários,sempre eles culpados de tudo.Só perdem para mordomos.
 *Alunos que precisam de um pontinho para passar de ano.
 *Presidentes de qualquer coisa desde Academias até clubes de futebol que acreditam que seu nome,conhecimento e /ou posição vai tornar a eles e as suas instituições mais respeitados.
 *Amigos mal intencionados
 * Vereadores,deputados e senadores que mudam de partido como folha ao vento
 *Religiosos , direcionados para o Todo Poderoso



A expressão puxa-saco começou a ser usada na gíria militar. Os oficiais não colocavam suas roupas em malas, mas em sacos durante as viagens. Mas quem carregava, obedientemente, a bagagem para cima e para baixo eram os soldados. Puxar esses sacos virou sinônimo de subserviência. E o puxa-saco passou a definir todos que bajulavam superiores ou qualquer outra pessoa.
 Não é difícil encontrar alguém que se enquadre nessa categoria, sempre conhecemos alguém com esse mal. Quando se trata em Puxa Saco, temos diversas categorias como o Puxa-Saco Político, o da empresa, etc.
 A independência intelectual parece ainda não ter alcançado todas as pessoas, alias, ainda são minoria os que a tem. Porém, ter essa independência é bastante saudável para "a pessoa", fazendo com se torne um cidadão capaz de lutar pelos seus direitos e o fazendo crescer em todos os sentidos.
 Esperamos que o amadurecimento chegue a esse necessitados de um pensamento mais intelectivo e que exerçam seu papel de cidadão, deixando a subserviência de lado, afinal ela não leva a lugar algum, apenas ilude aqueles que não tem uma mente mais aberta.
 De qualquer forma parabéns a vocês!!!



Maquiavel dizia: "Fuja dos bajuladores, pois eles são
como o carvão: apagado suja, aceso queima!"

A bajulação é a moeda falsa que só circula por causa da vaidade humana.
 François La Rochefoucauld


Os aduladores são a pior espécie de inimigos.
 Tácito

As línguas dos bajuladores são mais macias do que seda na nossa presença, mas são como punhais na nossa ausência.
 Sabedoria hindu


CASOS DE PUXA-SACO
 Um assessor de Imprensa da Presidência na era militar foi convidado para jantar na casa de importante empresário de Brasília.
 O jantar black-tie seria na quarta ás 21 horas e neste mesmo dia ,durante a tarde ele foi demitido.De pronto, recebeu um telefonema; sua presença no jantar tinha sido cancelada.Se não era mais assessor para que convidá-lo? Desculpou-se o puxa-saco de plantão.
 O certo é que o Todo Poderoso nunca despacha ninguém; manda o puxa-saco.





Puxa-Sacos I





Ele não é o chato, mas tem um perfil irmão gêmeo do chato, tem o nome científico de ‘bajulatorius hominis’,

raiz latina para denominar o também conhecido vulgarmente por bajulador.

O bajulador é um hermafrodita, um assexuado político, o seu prazer, o seu orgasmo é puxar saco, adular.
(vidanews.net.br)

Vive em permanente estado de rastejamento, mas em hipótese alguma utiliza o desconfiômetro.
Você nunca encontrará um bajulador com opinião, pois o seu cérebro apresenta 99% de seu
espaço ocupado não por neurônios, mas sim com uma composição orgânica gelatinosa por
mim denominada de ‘cerebrus vulgaris ventoso’.

Em situações de conflitos, o bajulador dá razão para todo mundo; entre opinar e se suicidar, o bajulador opta pelo suicídio.

Época de campanha política é um terreno fértil para a bajulação.

Tem bajulador com surtos de baba tal qual uma vaca com aftosa quando ouve um discurso político.

Em tempos de crise econômica, avulta o bajulador, pois nunca o emprego valeu tanto e, como é fácil perdê-lo,
por um momento de raiva, de ira, quando você gostaria de dar um tabefe no seu superior e pensa dez vezes antes
de tomar aquela decisão que pode colocar a corda no pescoço, ou melhor, ser despedido do trabalho. (…)

Difícil também é suportar a ira dos patrões nesses tempos em que o caixa está sempre no vermelho.
Nessas horas vê-se o quanto o bajulador precisa rastejar para extrair um sorriso do patrão.

O bajulado tem seu ego sempre massageado, enquanto que o bajulador tem a sua auto-estima
a um palmo daquele lugar. Mais uma vez a relação capital e trabalho se manifesta, portanto
deve-se rezar todos os dias um Pai Nosso e um Ato de Contrição a essa categoria que nunca
pode ter opinião, que não exercita a massa cinzenta, tudo para não desagradar seu superior.”

(Crônica de Diogo Guerra – JornalContexto.com.br)

http://www.vidanews.net.br/noticias/ja-estamos-iniciando-a-safra-dos-bajuladores-politicos-nao-perca-tempo-seja-um-puxa-saco-profissional-conheca-os-seus-dez-mandamentos/

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Vamos Prozeár!




  • "Vou contar uma história acredite se quiser, já subi sete colinas num lombo de um jacaré, já atravessei sete riachos numa noite de maré, já comi sete melancias na fazenda do seu Zé, já derrubei sete novilhas no tapa e no ponta pé, só pra ficar sete minutos no braço de uma mulher. "
  • "Há três coisas na vida que meu coração odeia: cerveja quente, boi doente, e mulher da gente. Há também três coisas que meu coração palpita: cerveja gelada, boi na envernada, e mulher pelada. Seguuuura Peão!!!!!!!! "
  • "Oh, Morena! Vem ser a azeitona da minha empada, casando comigo você nunca vai pegar na enxada, só que vai ter que fazer amor de manhã até a madrugada."
  • "Tatu mora no buraco, onça mora no mato, índio mora na aldeia, sangue corre na veia. Oh, mulher, se seu coração fosse delegacia, eu vivia na cadeia!!!"
  • "Espírito do cão, alma do satanás, setenta capetas juntos, não faz o que a morena faz. "
  • "No dia em que eu estou bravo e pego pra educá, boi bato na cabeça, cavalo eu bato na pá, mulher bato no traseiro onde o páu pegar. "
  • "Quem já caiu no fogo uma brasa não é nada, quem já tomou chuva não tem medo de sereno, quem perdeu um grande amor desprezo é café pequeno, quem foi mordido de cobra não tem medo de veneno."
  • "Hoje recebi uma carta que acabou com meu tormento
  • Ela dizia que minha casa pegou fogo e minha sogra estava dentro. "
  • "Me chamaram de caipira. Para quem me chamou vou responder. Sou caipira e na verdade tenho orgulho em dizer!!! Tenho boi gordo na envernada e muito whisky para beber. Mangalarga para marchar e Quarto de Milha para correr. Loura de manhã cedo e morena ao entardecer. Se isso é ser caipira, quero ser caipira até morrer!!! "
  • "Pra quem já enfrentou leão, touro bravo é bezerro, namorar mulher bonita eu namoro e não tem erro, namorar com mulher feia, só depois do meu enterro."
  • "Eu subi no pé de cana, desci de gomo em gomo, não te quero por um dia, não te quero por um ano, te quero por toda a vida, porque você é a mulher que eu amo."
  • "Na escola desse mundo eu não sou nenhum letrado, mas faço verso bonito e faço qualquer ditado, sou igual macaco velho, nuca dou o pulo errado, por isso não vou em festa quando não sou convidado."


Causos e Acasos popular
Postado por docecomomel(hgata)
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sábado, 15 de setembro de 2012

Diario de Uma Perereca !





Diário de uma perereca depilada

Tenta sim. Vai ficar lindo."

Foi assim que decidi, por livre e espontânea pressão de amigas, me render à depilação na virilha. Falaram que eu ia me sentir dez quilos mais leve, mas acho que pentelho não pesa tanto assim.

Disseram que meu namorado ia amar, que eu nunca mais ia querer outra coisa.
Eu imaginava que ia doer porque elas ao menos me avisaram que isso aconteceria.
Mas não esperava que por trás disso, e bota por trás nisso, havia toda uma indústria pornô-ginecológica-estética.

- Oi, queria marcar depilação com a Penélope.

- Vai depilar o quê?

- Virilha.

- Normal ou cavada?

Parei aí. Eu lá sabia o que seria uma virilha cavada. Mas já que era pra fazer, quis fazer direito.

- Cavada mesmo.

- Amanhã, às... Deixa eu ver...13h?

- Ok. Marcado.

Chegou o dia em que perderia dez quilos. Almocei coisas leves porque sabia lá o que me esperava, coloquei roupas bonitas, assim, pra ficar chique. Escolhi uma calcinha apresentável. E lá fui.

Assim que cheguei, Penélope estava esperando. Moça alta, mulata, bonitona. Oba, vou ficar que nem ela, legal.

Pediu que eu a seguisse até o local onde o ritual seria realizado. Saímos da sala de espera e logo entrei num longo corredor. De um lado a parede e do outro, várias cortinas brancas. Por trás delas ouvia gemidos, gritos, conversas. Uma mistura de Calígula com O Albergue.

Já senti um frio na barriga ali mesmo, sem desabotoar nem um botão. Eis que chegamos ao nosso cantinho: uma maca, cercada de cortinas.

- Querida, pode deitar.

Tirei a calça e, timidamente, fiquei lá estirada de calcinha na maca. Mas a Penélope mal olhou pra mim. Virou de costas e ficou de frente pra uma mesinha. Ali estavam os aparelhos de tortura.

Vi coisas estranhas. Uma panela, uma máquina de cortar cabelo, uma pinça.

Meu Deus, era O Albergue mesmo.

De repente, ela vem com um barbante na mão. Fingi que era natural e sabia o que ela faria com aquilo, mas fiquei surpresa quando ela passou a cordinha pelas laterais da calcinha e a amarrou bem forte.

- Quer bem cavada?

- É... é, isso.

Penélope, então, deixou a calcinha tampando apenas uma fina faixa da Abigail, nome carinhoso de meu órgão, esqueci de apresentar antes.

- Os pêlos estão altos demais. Vou cortar um pouco, senão vai doer mais ainda.

- Ah, sim, claro.

Claro nada, não entendia p-o-r-r-a nenhuma do que ela fazia. Mas confiei.

De repente, ela volta da mesinha de tortura com uma espátula melada de um líquido viscoso e quente (via pela fumaça).

- Pode abrir as pernas.

- Assim?

- Não, querida. Que nem borboleta, sabe? Dobra os joelhos e depois joga cada perna pra um lado.

- Ar-re-ga-nha-da, né?

Ela riu. Que situação.

E então, Pê passou a primeira camada de cera quente em minha virilha virgem.

Gostoso, quentinho, agradável. Até a hora de puxar.
Foi rápido e fatal. Achei que toda a pele de meu corpo tivesse saído, que apenas minha ossada havia sobrado na maca.

Não tive coragem de olhar. Achei que havia sangue jorrando até o teto. Até procurei minha bolsa com os olhos, já cogitando a possibilidade de ligar para o Samu.

Tudo isso buscando me concentrar em minha expressão, para fingir que era tudo supernatural.

Penélope perguntou se estava tudo bem quando me notou roxa. Eu havia esquecido de respirar. Tinha medo de que doesse mais.

- Tudo ótimo. E você?
Ela riu de novo como quem pensa "que garota estranha". Mas deve ter aprendido a ser simpática para manter clientes.

O processo medieval continuou. A cada puxada eu tinha vontade de espancar Penélope. Lembrava de minhas amigas recomendando a depilação e imaginava que era tudo uma grande sacanagem, só pra me fazer sofrer. Todas recomendam a todas porque se cansam de sofrer sozinhas.

- Quer que tire dos lábios?

- Não, eu quero só virilha, bigode não.

- Não, querida, os lábios dela aqui ó.

Não, não, pára tudo. Depilar os tais grandes lábios? Putz, que idéia. Mas topei. Quem está na maca tem que se fuder mesmo.

- Ah, arranca aí. Faz isso valer a pena, por favor.
Não bastasse minha condição, a depiladora do lado invade o cafofinho de Penélope e dá uma conferida na Abigail.

- Olha, tá ficando linda essa depilação. Menina, mas tá cheio de encravado aqui. Olha de perto.
Se tivesse sobrado algum pen-te-lhi-nho, ele teria balançado com a respiração das duas. Estavam bem perto dali.

Cerrei os olhos e pedi que fosse um pesadelo. "Me leva daqui, Deus, me teletransporta". Só voltei à terra quando entre uns blá-blá-blás ouvi a palavra pinça.

- Vou dar uma pinçada aqui porque ficaram um pelinhos, tá?

- Pode pinçar, tá tudo dormente mesmo, tô sentindo nada.

Estava enganada.

Senti cada picadinha daquela pinça filha da mãe arrancar cabelinhos resistentes da pele já dolorida. E quis matá-la. Mas mal sabia que o motivo para isso ainda estava por vir.

- Vamos ficar de lado agora?

- Hein?

- Deitar de lado pra fazer a parte cavada.

Pior não podia ficar. Obedeci a Penélope. Deitei de ladinho e fiquei esperando novas ordens.

- Segura sua bu-nda aqui?

- Hein?

- Essa banda aqui de cima, puxa ela pra afastar da outra banda.

Tive vontade de chorar. Eu não podia ver o que Pê via. Mas ela estava de cara para ele, o "olho que nada vê". Quantos haviam visto, à luz do dia, aquela cena? Nem minha ginecologista. Quis chorar, gritar, pei-dar na cara dela, como se pudesse envenená-la. Fiquei pensando nela acordando à noite com um pesadelo. O marido perguntaria:

- Tudo bem, Pê?

- Sim... sonhei de novo com o c-u de uma cliente.


Mas de repente fui novamente trazida para a realidade. Senti o aconchego falso da cera quente besuntando meu Twin Peaks.

Não sabia se ficava com mais medo da puxada ou com vergonha da situação. Sei que ela deve ver mil c-us por dia. Aliás, isso até alivia minha situação. Por que ela lembraria justamente do meu entre tantos? E aí me veio o pensamento: peraí, mas tem cabelo lá? Fui impedida de desfiar o questionamento. Pê puxou a cera. Achei que a bun-da tivesse ido toda embora. Num puxão só, Pê arrancou qualquer coisa que tivesse ali. Com certeza não havia nem uma preguinha mais pra contar a história. Mordia o travesseiro e grunhia ao mesmo tempo. Sons guturais, xin-ga-men-tos, preces, tudo junto.

- Vira agora do outro lado.

Por-ra.. Por que não arrancou tudo de uma vez? Virei e segurei novamente a bandinha. E então, piora. A broaca da salinha do lado novamente abre a cortina.

- Penélope empresta um chumaço de algodão?
Apenas uma lágrima solitária escorreu de meus olhos. Era dor demais, vergonha demais. Aquilo não fazia sentido. Estava me depilando pra quem? Ninguém ia ver o tobinha tão de perto daquele jeito. Só mesmo Penélope. E agora a vizinha inconveniente.

- Terminamos. Pode virar que vou passar maquininha.

- Máquina de quê?!

- Pra deixar ela com o pêlo baixinho, que nem campo de futebol.

- Dói?

- Dói nada.

- Tá, passa essa me-rda...

- Baixa a calcinha, por favor.

Foram dois segundos de choque extremo. Baixe a calcinha, como alguém fala isso sem antes pegar no peitinho? Mas o choque foi substituído por uma total redenção.
Ela viu tudo, da perereca ao c-u. O que seria baixar a calcinha? E essa parte não doeu mesmo, foi até bem agradável.

- Prontinha. Posso passar um talco?

- Pode, vai lá, deixa a bicha grisalha.

- Tá linda! Pode namorar muito agora.

Namorar...namorar... eu estava com sede de vingança.

Admito que o resultado é bonito, lisinho, sedoso. Mas doía e incomodava demais. Queria matar minhas amigas. Queria virar feminista, morrer peluda, protestar contra isso. Queria fazer passeatas, criar uma lei antidepilação cavada e matar o primeiro homem que ver e não comentar absolutamente nada.!!! Não fiz nada disso... Um mês depois...

- Normal ou cavada?
Coisas de perereca, vai entender...

Fonte:     http://www.brasilwiki.com.br/
2º a fonte autori é desconhecida.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

FILOSOFIA DE PARACHOQUE


Desconhecido

- Pior do que não ter o que vestir, é não ter quem te despir...

- Quem trabalha muito, erra muito. Quem trabalha pouco, erra pouco. Quem não trabalha não erra. E quem não erra é promovido.

- Casamento começa em motel e termina em "pensão"!

- Pnto é que nem dólar; sobe na paralela e cai na oficial...

- Um casamento vai para o brejo quando você começa a engolir tantos sapos que não sobra mais tempo para comer a perereca!

- Ironia do destino é quando um jardineiro tem um filho florzinha e uma filha trepadeira...

- Ex-namorada é igual a Mc Donalds: - a gente sabe que não deve, mas acaba comendo de vez em quando...

- Que mulher nunca comeu uma caixa de Bis por ansiedade, uma folha de alface por vaidade e um cafajeste por saudade?

- Não adianta ser rico e usar roupas caras se o melhor da vida a gente faz pelado.

- Nóis só num bebe acetona porque tira o esmalte dos dente...

- Rio de Janeiro multicor!!!!! Céu e mar azul, Jardim Botânico verde... O comando é vermelho e a coisa tá preta!!!

- Se tiver que casar, case com uma mulher baixinha. Dos males, o menor!

- Mulher boa deve ser tratada como o bom vinho... tem que ser mantida na horizontal, no escuro e com rolha na boca

- Passar a mulher para trás é fácil, difícil é passar adiante!

- Feliz é o dono de sex-shop, que pode dizer: "Pegue suas coisas e vá se f*!" - E o cliente ainda sai todo feliz.

- Às vezes é melhor ficar quieto e deixar que pensem que você é um idiota, do que abrir a boca e não deixar nenhuma dúvida...

- Homem é como orelhão... A cidade está cheia deles... só que 75 % não funciona, e o restante está ocupado...

Colaboração recebida através de e-mail

Macho Man " Paródias populares









Macho Que E` Macho Nao Usa Barbeador, Usa Serra Eletrica

Machao Mineiro Nunca Fala "uai"!

Macho Que `E Macho Morre Sozinho E Nao Tem Amigos

Macho Que E` Macho Nao Joga Futebol Joga Rugby. . .

Macho Que E` Macho Nao Toma Cerveja, Toma Pinga Com Whisky

Macho Que E` Macho Nao Lê Livros, Queima-Os

Macho Que E` Macho Nao Protege Floresta, Corta-A

Macho Que E` Macho Nao Fuma Cigarros, Fuma Dinamite

Consumidor macho não leva desaforo estragado pra casa.

Coração de macho não bate. Dá porrada!

Macho que é macho formata até CD-ROM!

Macho que é macho não cola selo com saliva, passa super-bonder na língua.

Macho que é macho não come mel, mastiga abelha!

Macho que é macho não engole sapos. Come as pererecas!!

Macho que é Macho não mata aula, assassina o professor...

Macho que é macho não reparte o cabelo, racha a testa!!

Macho que é macho não senta na banana. Senta no cacho.

Macho que é macho não usa camisinha, plastifica o pau!

Macho que é macho usa urtiga como papel higiênico.

Macho que é macho, não estaciona. Puxa o meio-fio.

Macho que é macho, usa Windows 3.1 e deleta o DOS

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Mulheres &PCs

Qual o sexo dos computadores?

Ficou definitivamente comprovado, acima de qualquer duvida: o sexo dos computadores é feminino, são fêmeas.


Motivos:
1.Assim que se arranja um, há outro melhor na esquina;
2.Ninguém além do criador é capaz de entender sua lógica;
3.Mesmo os menores errinhos que a gente comete são guardados na memória para futuras referências;
4.A linguagem nativa usada na comunicação entre computadores é incompreensível para qualquer outra espécie;
5.A mensagem : "Bad command or file name" é tão informativa quanto, digamos: "Se você não sabe porque estou com ódio de você, não sou eu quem vai explicar, eh???
6.Assim que você opta por um computador, qualquer que seja, você logo se vê gastando a metade do seu contracheque em acessórios para ele.

"Conversas de Cerca Lourenço"


Já que estou com essa conversa de “Cerca Lourenço”, aproveito para explicar de onde vem esta expressão, atendendo ao pedido do
e amigos blogueiro (eu já tinha dito que atendo a pedidos, não tinha?). Daí, aproveito para bater dois pregos com a mesma martelada.
*

“Conversa de Cerca Lourenço” significa que alguém está enrolando, embromando, passando a lábia, falando de modo pouco objetivo e/ou cheio de dedos. O origem da expressão é bem difusa, não há exatamente um consenso. Mas a versão mais sensata e que mais corre por aí entre pesquisadores dá conta de um beato chamado José Lourenço (1872-1946), que era muito devoto do padre Cícero Romão Batista (1844-1934) – Padim Ciço de Juazeiro do Norte/CE. O beato Lourenço (esse aí da foto) fundou uma comunidade messiânica denominada Caldeirão de Santa Cruz do Deserto (mais detalhes cliquem aqui). Isso em fins da segunda década do Século 20, lá no Crato/Ceará. Os devotos viviam da agricultura numa fazenda que foi arrendada pelo próprio Padre Cícero e toda produção era distribuída irmamente entre os que lá trabalhavam. O excedente era vendido para comprar querosene e remédios. Ficaram assim por muitos anos e até conseguiram alguma prosperidade.
*


Os fazendeiros da região se incomodaram com aquela situação e começaram a espalhar que aquilo era o comunismo, que os devotos adoravam o “boi Mansinho” (só para trazer o clero local para o lado deles) e coisa e tal e tal e coisa. Por pressão da igreja, o padre Cícero dissolveu a comunidade, em 1926, transferindo-a para outra fazenda, para lá viverem nos mesmos moldes de antes. Novamente o empreendimento deu muito certo, chegando a atrair cada vez mais devotos para aquele estilo de vida, digamos, socialista cristão. O tempo passou, os fazendeiros reiniciaram as fofocas e, com a morte do padre Cícero, os membros daquela comuna ficaram sem a sua proteção.
*
As queixas dos coronéis chegaram aos ouvidos do governo federal que mandou tropas para lá, em 1937. A soldadesca cercou Lourenço e seus adeptos. Conversa de lá, conversa de cá, até que resolveram invadir a comunidade, chacinando quem viam pela frente. Usaram até aviões da Força Aérea Brasileira para metralhar os camponeses, deixando mais de mil mortos. Praticamente uma reedição de Canudos, só que sem um Euclides da Cunha para relatar tudo com arte e engenho.
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Depois disso, começou a correr a expressão “cerca Lourenço” como sinônimo de , “ficar rodeando um assunto sem defini-lo com clareza”.
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Nordestina? Sim sinhó !








Daqui a pouco vão inventar a República Nordestina, rs rs rs

Para uma fácil aceitação da população nordestina, os cinemas locais mudam os nomes dos filmes.

Veja abaixo o nome de alguns filmes que já foram mudados pelos nordestinos.

Uma Linda Mulher Virou A Cabrita Aprumada

O Poderoso Chefão = O Coroné Arretado

O Exorcista = Arreda, Capeta!

Os Sete Samurais = Os Jagunço di Zóio Rasgado

Godzila = O Calangão

Os Brutos Também Amam = Os Baitolas

Sansão e Dalila = O Cabiludo e a Quenga

Perfume de Mulher = Cherim di Cabocla

Tora, Tora, Tora! = Oxente, Oxente, Oxente!

Mamãe faz cem anos = Mainha num Morre Mais!

Guerra nas Estrelas = Arranca-rabo nu Céu

Um Peixe Chamado Wanda = O Lambarí cum nomi di Muié

Noviça Rebelde = Beata Increnquera

O Corcunda de Notre Dame = O Monstrim da Igreja Grandi

O Fim dos Dias = Nóis Tamo é Lascado

Um Cidadão Acima de Qualquer Suspeita = Um Cabra Pai D`égua di Quem Ninguém Discunfiava

Os Filhos do Silêncio = Os Minino du Mudim

A Pantera Cor-de-rosa = A Onça Bicha

Vida e Morte de uma borboleta

 



Saber quanto tempo em média vive uma borboleta é uma questão complexa, pois envolve escolhas acerca da compreensão da vida e da teorias das formas. Pois, afinal de contas, vale o tempo larval e aquela vida de lagarta? Ou talvez o tempo do casulo? Ou somente quando bateu asas e voou, tornando-se finalmente uma borboleta que o censo geográfico e estatístico dos insetos deve considerar, para informar quanto tempo em média uma borboleta vive? Afinal, se é UMA borboleta, o tempo de vida também é único, para saber em média é preciso ir para o conceito geral e perguntar em média quanto tempo vive A borboleta.
O ciclo de vida de uma borboleta adulta, aquela que já passou pelas fases de ovo, larva e pupa, pode varias de algumas semanas até três meses, tempo suficiente para borboletear por aí, namorar, polinizar e tudo mais que as atividades das encantadoras e coloridas borboletas requer.




 

Eva&Adão






Quando DEUS criou Adão e Eva, disse aos dois:
- Tenho dois presentes para distribuir entre vocês: um é para fazer xixi em pé e...

Adão, ansiosíssimo, interrompeu, gritando:
- Eu! Eu! Eu! Eu! Eu quero, por favor... Senhor, por favor, por favor,Sim? Facilitar-me-ia a vida substancialmente! Por favor! Por favor! Por favor!

Eva concordou e disse que essas coisas não tinham importância para ela. Então, DEUS presenteou Adão.

Adão ficou maravilhado. Gritava de alegria, corria pelo jardim do Éden fazendo xixi em todas as árvores. Correu pela praia fazendo desenhos com seu xixi na areia. Brincava de chafariz. Acendia uma fogueirinha e brincava de bombeiro....

DEUS e Eva contemplavam o homem louco de felicidade, até que Eva perguntou a DEUS:
- E... qual é o outro presente?

DEUS respondeu:
- Cérebro, Eva, cérebro.

O Apólogo

 
 
 
 
 
 
Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:



— Por que você está com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?

— Deixe-me, senhora.

— Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável? Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.

— Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.

— Mas você é orgulhosa.

— Decerto que sou.

— Mas por quê?

— É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?

— Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu, e muito eu?

— Você fura o pano, nada mais; eu é que os coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...

— Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás, obedecendo ao que eu faço e mando...

— Também os batedores vão adiante do imperador.

— Você imperador?

— Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto...



Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:



— Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...



A linha não respondia nada: ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. Era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais do que o plique-plique-plique-plique da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura para o dia seguinte; continuou ainda nesse e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.



Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário.



E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava a um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha, para mofar da agulha, perguntou-lhe:



— Ora agora, diga-me quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.



Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:



— Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar a vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.



Contei essa história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça: — Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!












Machado de Assis, Um Apólogo, in Várias Histórias, Obra Completa,

Editora José Aguilar, Rio de Janeiro, 1962, pp. 554-555

O Pombo Enigmático!


                    Foto de Sandro Silva - Amanhecer na Candelária-RJ
 



Na inelutável necessidade do amor (era quase primavera), pombo e pomba marcaram um encontro galante quando voavam e revoavam no azul do Rio de Janeiro. Era bem de manhãzinha.
—Às quatro em ponto me casarei contigo no mais alto beiral —disse o pombo.

— Candelária? — Perguntou a noiva.

—Do lado norte — respondeu ele.

—Tá — assentiu com alegria e pudor a pomba.

Pois, às quatro azul em ponto, a pomba pontualíssima pousava pensativamente no beiral. O pombo? O pombo não.

A pombinha, que era branca sem exagero, arrulhava, humilhada e ofendida com o atraso, contemplando acima do campanário todas as possibilidades da rosa-dos-ventos. Mas na paisagem do céu voavam só velozes andorinhas garotas, porque as andorinhas mais velhas enfileiravam-se nas cornijas, pensando na morte, como gente fina, lá dentro, nos dias solenes de missa de réquiem.

Quatro e dez. Quatro e um quarto. Uma pomba sozinha à mercê quem sabe de um gavião, lendário mas possível. Sol e sombra. Como custa a passar um quarto de hora para uma noiva que espera o noivo no mais alto beiral. Como a brisa é triste. Como se humilha em revolta a noiva branca.

Ah, arrulhou de repente a pomba, quando distinguiu, indignada, o pombo que chegava caminhando pelo beiral mais alto, do outro lado, lá onde, um pouco além, gritavam esganadas as gaivotas do mar pardo do mercado. Irônica, perguntou a pomba:

— Perdeste a noção do tempo?

— Perdão, por Deus, perdão — respondeu o pombo — Tardo mas ardo. Olha que tarde!...

— Que tarde? — perguntou a pomba.

— Que tarde! Que azul! Que tarde azul!

— Mas e eu? — disse a pomba — Sozinha aqui em cima!

— A tarde era tão bonita —disse o pombo gravemente — a tarde era tão bonita, que era um crime voar, vir voando.

— Mas e eu?! Eu!? — queixava-se a pomba.

— A tarde era tão bonita — explicou o pombo com doce paciência — que eu vim andando, que eu tinha de vir andando, meu amor.





Paulo Mendes Campos. O Pombo Enigmático, in Quadrante.

Editora do Autor, Rio de Janeiro, 1962, pp. 93-94


Meu amante e marido meu amigo de todos os dias
e em todas as horas!
Houve um tempo que meus pensamentos fugiam da
minha realidade.
Sonhava e muito em ter ou ser uma outra
pessoa.
Mas o contexto da vida o dia a dia dá forma
a novo plano, e os pensamentos que outrora povoavam minha mente, se dissiparam.
Então chego à uma conclusão, aqui que tendo pensado um
pouco mais a meu respeito.
Vejo e sinto a vida de uma outra forma,a visão
que antes parecia um sonho,nada mais era do que ilusões de um ser apaixonado.
Concordo com os segmentos que procuramos
dá uma nova etapa.
Mas meu maior desejo é de viver e ser
feliz.
É
preciso resgatar a alegria de viver, o interesse pela vida ,pelos filhos pela
minha alma gêmea meu marido que sempre presente em minha vida.
Sua força seu carinho e confiança.
É meu porto seguro.
Adversidades todos temos nesta vida, só
precisamos ter jogo de cintura e absorver o verdadeiro aprendizado que é
imposta a nós seres humanos,com erros e acertos,mas sempre tentando não desviar
do caminho.
E com o ritmar das batidas do meu coração ,
Vou seguindo meus rumos.
Mas com a certeza que tudo em nossa vida
tem um porque e por muitas vezes nos passa desapercebidos...
Mas com o olhar voltado para Deus agradeço
sempre.
Obrigado por minha vida e por tudo que me
concebeste em toda minha existência.


Docecomomel(hgata)
13/09/2012.